O dia 4 de Iyar, véspera do Dia da Independência, foi definido pelo Governo de Israel, como o Dia de Recordação aos caídos nas batalhas para o estabelecimento do Estado de Israel em sua terra em sua pátria, na Guerra da Independência e nas que a seguiram.
De acordo com a Lei, na noite do dia 4 de Iyar todos os locais de entretenimento do país ficam fechados. As bandeiras são abaixadas em todos os lugares públicos a meia haste, velas de recordação são acesas em todos os edifícios públicos e sinagogas, as pessoas se reúnem nos cemitérios militares, e são realizados atos de recordação públicos. O ato de abertura deste dia se realiza no Muro das Lamentações.
Antes do meio dia, se escuta em todo país um toque de sirene de dois minutos, e todos os habitantes de Israel para suas atividades e permanecem em pé, em silêncio.
Ao término de Iom HaZikaron, iniciam-se as comemorações de Iom HaAtzmaut.
O Iom Haatzmaut ( comemorado no 5º dia de Iyar ) celebra a criação do Estado de Israel pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que, em 2009, completa 61 anos de existência.
Um país que dá o mesmo peso ao passado e ao futuro e faz do presente o elo de gerações de um povo que fez da volta ao lar o seu objetivo. É Israel, do alto de seus 61 anos de alegrias e tristezas, de conquistas e perdas, de guerras e paz, de exemplos de vida e de dedicação, de divergências e de convivência. É Israel que todos os anos se lembra do dia 14 de maio de 1948, quando um brasileiro, o embaixador Oswaldo Aranha, presidiu a histórica sessão das Nações Unidas que votou, em 29 de novembro de 1947, a criação do Estado de Israel.
No dia do Iom Haatzmaut multidões saem a passear pelo país, visitando os locais onde ocorreram as batalhas da Guerra da Independência e os monumentos em memórias aos soldados caídos. Em geral, passam o dia ao ar-livre, em piqueniques e churrascos.